Veja o que costuma acontecer quando um débito tributário fica sem solução:
O valor devido aumenta continuamente, e a dívida de hoje não é a de daqui a um ano.
Sem a certidão, ficam em risco licitações, contratos, financiamentos e até operações societárias.
A cobrança judicial pode alcançar o caixa, os bens e os recebíveis da empresa.
A inscrição em dívida ativa pode levar a protesto e a registros que dificultam crédito e parcerias.
Débitos em aberto podem tirar a empresa do regime simplificado e elevar a carga tributária.
Em certos casos, a cobrança pode atingir o patrimônio pessoal de quem administra a empresa.
O fisco oferece transações, parcelamentos e programas de regularização, e muitas autuações podem ser contestadas. O desafio é saber qual caminho serve para o seu tipo de dívida, o seu regime e o seu fluxo de caixa. É aí que entra a análise técnica.
Não existe solução única. Veja, em linguagem simples, o que cada caminho faz e para quem ele costuma servir.
Um acordo com o fisco: você paga a dívida com abatimento de multas, juros e encargos e com prazo ampliado, conforme as regras do edital.
Programas abertos pelo governo por tempo limitado, com condições diferenciadas, inclusive para micro e pequenas empresas e para o Simples Nacional.
A opção tradicional, sempre disponível, com condições predefinidas pelo fisco para dívidas tributárias e não tributárias.
Analisamos a autuação, apresentamos defesa administrativa, acompanhamos os recursos e, quando necessário, levamos o caso ao Judiciário.
Impostos como ICMS, ISS e IPTU também têm parcelamentos, transações e programas de regularização, cada um com regras do próprio estado ou município. Adaptamos a estratégia a cada ente.
Um resumo para você se situar. A escolha final depende da análise dos seus débitos.
As condições mudam conforme a lei e os editais vigentes. Por isso, confirmamos o que está valendo hoje na análise do seu caso.
O Programa de Regularização de Débitos (PRDI) é um programa especial que dá ao contribuinte a oportunidade de regularizar dívidas tributárias com descontos e condições diferenciadas. Ele existe nas três esferas, e cada uma tem as suas regras.
Tributos cobrados pela União. A análise considera o tipo de dívida, o valor do débito e as condições específicas do programa.
Tributos como o ICMS. Cada estado define as próprias condições, prazos e requisitos de adesão.
Tributos como ISS e IPTU. As regras variam de município para município e pedem atenção à legislação local.
Aderir à modalidade errada, ou fora do prazo, pode custar à empresa a melhor oportunidade de regularização. Por isso, a análise deve ser feita por quem conhece os requisitos e as diferentes modalidades do programa.
Responder ao questionárioLevantamos todos os débitos, vencimentos e encargos para ter um retrato exato da sua situação, e não uma estimativa no escuro.
Comparamos os caminhos possíveis e montamos um plano sob medida: negociar com o fisco, parcelar, contestar ou combinar soluções.
Executamos o plano, cuidamos dos prazos e mantemos você informado em cada etapa, esclarecendo as dúvidas pelo caminho.
Quanto antes o caso é avaliado, mais caminhos costumam estar disponíveis. Responda ao questionário e nossa equipe entrará em contato para indicar o melhor próximo passo.
Responder ao questionárioOs três sócios uniram trajetórias em direito tributário e cível para uma advocacia que transforma complexidade fiscal e legislativa em vantagem competitiva.
Atuação integrada em Tributário, Cível e Contratos, Criminal e Empresarial, em Brasília/DF.
Responda algumas perguntas sobre a sua empresa. Nossa equipe analisa as respostas e entra em contato para indicar o melhor caminho para regularizar as dívidas.